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Escola Coelho Neto, do Rio de Janeiro, inicia o processo de transformação em Comunidade de Aprendiza

16/04/2014

Escola Coelho Neto, do Rio de Janeiro, inicia o processo de transformação em Comunidade de Aprendiza

No final de 2013 a equipe da escola municipal Coelho Neto, localizada no bairro de Ricardo Albuquerque, no Rio de Janeiro, iniciou seu processo de transformação em Comunidade de Aprendizagem. Toda a equipe de professores e as diretoras da escola participaram da etapa de sensibilização para conhecer os princípios da Aprendizagem Dialógica e as Atuações Educativas de Êxito, práticas comprovadas cientificamente como aquelas que demonstraram gerar os melhores resultados em qualquer contexto e que embasam o projeto Comunidade de Aprendizagem. No início deste ano a escola tomou a decisão de se transformar e iniciou a fase de sonhos, momento na qual todos sonham com a escola que desejam. Primeiro foram os alunos, professores e funcionários da escola que se reuniram para produzir uma árvore dos sonhos. Em seguida organizaram uma caminhada pela comunidade com o intuito de convidar a todos do entorno para também sonharem com o que acreditavam ser a melhor escola. Para finalizar esta etapa foi oferecido um café da manhã para familiares e voluntários da comunidade. Nesse evento a coordenadora pedagógica Débora Beloni e a diretora adjunta Sandra Emilia, puderam apresentar o projeto, a árvore dos sonhos e convidar a todos para participar da Comunidade de Aprendizagem Coelho Neto.

Atualmente a escola está se organizando para constituir as Comissões Mistas e iniciar a fase de seleção de prioridades, momento no qual os sonhos são organizados em grupos e por prioridades, para em seguida começar a fase de planejamento e então, transformar os sonhos em realidade. Atuações Educativas de Êxito No início deste mês de abril a escola iniciou a implementação dos Grupos Interativos na rotina das aulas de Estudo Dirigido de Matemática e Língua Portuguesa. As professoras dessa áreas realizam a proposta com todas as turmas da escola e contam com outros professores, funcionários, ex-alunos, estagiários, pessoas da comunidade e familiares como voluntários. Todos da escola estão começando a se adaptar com a nova proposta de organização da sala de aula, mas já começaram a observar melhora tanto na convivência como no desempenho dos meninos e meninas.

Márcia Araújo, professora de matemática, ficou admirada com o envolvimento dos alunos: “Muitos estudantes que antes se recusavam em ajudar seus colegas, foram, aos poucos, se envolvendo com a proposta e se mostrando mais disponíveis em compartilhar seus conhecimentos”. Márcia também chegou a ficar emocionada em um Grupo Interativo na sala do 9o. ano, ao perceber como alguns meninos e meninas, que demonstravam mais dificuldades, conseguiram realizar a proposta até o final. A professora de Língua Portuguesa, Fabiana Moreira também sentiu que a relação entre os alunos melhorou e como essa forma de trabalhar favorece que todos os estudantes produzam mais, pois podem contar com a ajuda dos colegas. As Tertúlias Dialógicas Literárias também já estão programadas para começarem ainda neste mês nas salas de leitura da escola.

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